sábado, maio 01, 2010

Cadê o Troco ?


Você se lembra das lojinhas de “tudo por R$ 1,99”? Elas foram um dos símbolos do início do Plano Real, da estabilidade da moeda interna. Demonstravam a nova condição de consumo do brasileiro, que passou a ser capaz de comprar um monte quinquinharia útil de procedência chinesa e, ou, paraguaia, por um preço bem baixo. Ao longo dos anos os preços foram sendo remarcados, mesmo com o dragão voador da inflação domado e não cuspindo mais fogo no bolso da gente. A questão que quero discutir é outra, cadê a moedinha do troco de R$ 0,01? Você tem alguma, confere aí, procure no bolso, no porta moedas ou no cofrinho?

A verdade é que as moedas andam escassas no comércio e a de R$ 0,01, não sei se você sabia, parou de ser feita pela Casa da Moeda há 5 anos. O custo da chamada cunhagem é muito maior do que o valor intrínseco dela.
Não vale mais a pena, nem para o governo. Por isso há tremenda dificuldade na hora de se pagar uma transação no comércio. Quem paga entrega nota “cheia” de R$ 5, R$ 10 ou R$ 50 e quem recebe, com a máxima de que é obrigado a ter troco, tem que se virar. Muitos comerciantes usam balinhas e chicletes como moeda. Outros, para fugir desse aperto, arredondam preços, para cima é lógico. Quem paga a conta? Você sabe a resposta.

A questão seria fácil de resolver se o comércio passasse a aceitar cartão de débito e de crédito em qualquer transação, eliminando a obrigação de ter troco certo. O problema é que como as operadoras cobram de 3% a 5% de comissão sobre o valor de cada transação, o comerciante fica no prejuízo. Por isso, é bastante comum a loja fixar valor mínimo para pagamento com cartão bancário, cuja média é R$ 10.

Esse assunto ganhou combustível adicional quando a SMTU editou nova tabela de tarifas dos taxistas. Vários intervalos de valores simplesmente não existem na tabela, estimulando o arredondamento. Quando o comerciante não tiver o troco, ele pode arredondar desde que não prejudique o cliente. Na falta de moedinhas, o comerciante deve devolver valor superior ao que seria o troco exato do cliente.

domingo, abril 25, 2010

Oração à criança


Você criança,que vive a correr,é a promessa que vai acontecer...é a esperança do que poderíamos ser...é a inocência que deveríamos ter...Você criança, de qualquer idade,vivendo entre o sonho e a realidade espargem pelas ruas da cidade,suas lições de amor e de simplicidade!Criança que brinca,corre, pula e grita mostra ao mundo, como se deve viver cada momento, feliz, como quem acredita em um mundo melhor que ainda vai haver!Você é como uma raio de luz a iluminar os nossos caminhos,assemelhando-se ao Menino Jesus,encanta-nos com todo teu carinho!Você é a criança,que um dia vai crescer!É a promessa,que vai se realizar!É a esperança da humanidade se entender!É a realidade que o adulto precisa ver...e também aprender a ser...

Medidas Educacionais diminuem a violência no Mato Grosso


As escolas de Campo Grande (MS) conseguiram reduzir em 60% a violência, em apenas um ano, com aplicação de medidas consideradas polêmicas pelos alunos, mas aprovadas pelos pais. O dado é do promotor da Infância e Adolescência Sérgio Fernando Harfouche.


Para punir os estudantes indisciplinados, escolas das redes pública e particular fazem os alunos lavar banheiros, pratos e talheres, distribuir merenda e limpar o local onde estudam.


As atividades foram introduzidas em 52 estabelecimentos do ensino fundamental, que reúnem um total de 8 mil dirigentes e professores. As práticas, que entraram em vigor em maio do ano passado, são apontadas como responsáveis pela redução da violência escolar.


Segundo Harfouche, entre os principais problemas registrados com crianças e adolescentes de 11 a 14 anos estão desacato e agressão ao professor, ameaças e brigas. E há até casos de tentativa de homicídio. "Eles acabam cometendo uma série de infrações, contrariando o Artigo 129 do Código Penal. Se fossem adultos seriam condenados e presos", diz Harfouche.


Mas, como não são, afirma o promotor, a pena máxima é "ficar com o nome sujo na polícia, impune e passar pelas unidades de internação educacional do governo". "Nas escolas, no lugar de uma ocorrência policial contra o menor, nós damos trabalho."


No ano passado, S.P.G., de 12 anos, foi armado com uma faca caseira, do tipo peixeira, para a escola. "Eu queria matar um colega da minha classe, mas fui denunciado e me levaram para o juizado", conta o garoto. A mãe, A.A.P.G., de 38 anos, confirma a história, acrescentando que o filho "era terrível". 24 abr (1 dia atrás)

"Em três meses de atividades obrigatórias na escola, ele virou outra coisa - e coisa boa", comemora a mãe. E o garoto completa: "Eu trabalhei direitinho. Paguei muito mico na frente dos meus amigos. Era só gozação", admite.
O promotor da Infância e da Adolescência afirma que S.P.G. não foi o único a deixar a internação do juizado de menores. "Já conseguimos reunir o nome, endereço e todos os dados disponíveis de 178 menores que saíram desses locais no ano passado e estão estudando normalmente, principalmente em escolas da rede pública", conta. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo




Querem punir ou educar?
Se for usado como punição, é uma afronta aos trabalhadores que cuidam da comida e da limpeza, desmerecendo suas funções.

Na verdade, a educação é corrigir a ação danosa produzida pelo autor do fato, quando possível. Se zoneou o banheiro, então vai limpar...blz!

Agora, se foi por briga... qual a consistência em lavar banheiro ou a louça? O q. ele vai estar aprendendo? NADA!
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