quinta-feira, novembro 25, 2010

Aqui não tem terremoto, não tem vulcão, não tem furacão. Foram todos embora com medo da violência no RJ.

segunda-feira, novembro 22, 2010

Esse Arnaldo Jabor...


Crônica do amor
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.





Li no site do "O Globo"


Só pra constar, não foi aqui no Brasil. Li no site do Globo.com de hoje:

Cerca de vinte crianças de 5 anos estavam em sala de aula quando uma mãe irrompe, nervosíssima, pedindo satisfações à professora. Queria saber porquê seu filho não tinha comido o sanduíche. Furiosa, antes de ter a resposta, a mãe partiu para cima da professora com tapas, insultos, arrancões de cabelo e empurrões contra a parede. A criança tinha voltado para a casa com o sanduíche intacto porque se esqueceu de levá-lo para o recreio. Como a professora não podia deixar os alunos sós para voltar à sala de aula e pegar a merendeira, pediu à prima do menino que os dois compartilhassem o seu lanche. A professora foi ao centro de saúde para obter um informe médico sobre as lesões derivadas da surra e fez uma denúncia formal contra a agressora. Isso aconteceu em um colégio público de uma cidade andaluza. Na Espanha, os professores são os primeiros no ranking dos profissionais afetados pela depressão. Um de cada cinco docentes pedem licença médica por estresse e se ausentam dos colégios, muitas vezes, durante mais de três meses. Os diagnósticos médicos, segundo os sindicatos, falam de esgotamento emocional e impotência diante da agressividade de alunos e da condescendência por parte dos pais

Essa foi boa !


Numa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu
para jantar com sua esposa, Michelle, e foram a um restaurante não
muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina.
Estando sentados à sua mesa no restaurante, o dono pediu aos guarda-
costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama, e assim o
fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle
: Qual é o interesse deste homem em te cumprimentar?
Michele respondeu: Acontece, que na minha adolescência, este homem
foi muito apaixonado por mim durante muito tempo.
Obama disse então: Ah, quer dizer que se você tivesse se casado com ele,
hoje você seria dona deste restaurante?
Michelle respondeu: Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele,
hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos.




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