sábado, abril 09, 2011

Transformers in dance -thriller

sem fotos

Solidariedade à Tasso
Vou por meio desta prestar minha solidariedade a todos os colegas que trabalham nesta escola, pois neste momento trágico, devemos torcer para os alunos que estão hospitalizados saiam bem e superem este trauma que com certeza ficará marcado na vida deles.
Arrepio-me a cada notícia, a cada depoimento... Infelizmente,qualquer um de nós poderia fazer parte deste cenário. Força a todos os colegas e alunos desta U.E.
Me coloco no lugar desses pais, alunos e principalmente professores e funcionários. O trauma será de todos nós. Nos fere a todos. Muita força e apoio a todos da Tasso

sexta-feira, abril 08, 2011

Um novo amanhecer

Pra mim esse é o melhor hino à lembrança da SOLIDARIEDADE, tão necessária nos tempos atuais...Pensemos em todas as vítimas de tantas rosas que explodem todos os dias, em todos os lugares, e em tantos corações...

Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas...Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas, oh, não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária A rosa radioativa Estúpida e inválida A rosa com cirrose A anti-rosa atômica Sem cor sem perfume Sem rosa sem nada

Eu odiaria acordar assim

quinta-feira, abril 07, 2011

Como cai bem nesse momento de dor...

Pátria Minha

Vinicius de Moraes


A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu...

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda...
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha... A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamem
Que um dia traduzi num exame escrito:
"Liberta que serás também"
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama...
Vinicius de Moraes."


Texto extraído do livro "Vinicius de Moraes - Poesia Completa e Prosa", Editora Nova Aguilar - Rio de Janeiro, 1998, pág. 383.


Sem palavras...

coisas de advogado (escrita pelo Vítor)

Um advogado vinha rasgando a 210km/h, em seu BMW série 7, quando foi parado em uma blitz, na estrada. Documentos!, pediu o guarda. Não tenho, respondeu o advogado. E os do carro? Estão no porta-luvas?, perguntou o guarda. Não, lá só tem o revolver. Que revolver?; O que eu usei para matar a moça. Que moça? A que está dentro do porta malas. FIQUE MUITO PARADINHO AÍ, disse o guarda, apontando-lhe a arma e chamando seu superior pelo rádio. Daqui a pouco este chega e o guarda lhe relata tudo o que houve. Abra o porta-luvas!, diz o chefe de polícia. Sim senhor, responde o advogado, abrindo o porta luvas e nada tendo lá dentro, deixando o guardinha de olhos arregalados. Saia do carro e abra o porta-malas! repetindo o ato, ao abrir, nada havia de anormal. Com o chefe fuzilando com o olhar o guarda, esbraveja o advogado para o chefe: agora só falta esse sujeito dizer que eu estava correndo!

quarta-feira, abril 06, 2011

Devia ter trabalhado menos...ter visto o sol nascer !

É mole ? Ou quer mais?

café com bobagens

Orgulho de pais

Quatro amigos se encontraram em uma festa, após 30 anos sem se verem.

Algum drinque aqui, bate papo de lá e de cá e um deles resolve ir ao banheiro.

Os que ficaram começaram a falar sobre os filhos.

O primeiro diz :
- Meu filho é meu orgulho. Ele começou a trabalhar como Office Boy em uma empresa. Estudou, se formou em Administração, foi promovido a gerente da empresa e hoje é o presidente. Ele ficou tão rico, tão rico, que no aniversário de um amigo na semana passada, ele deu uma Mercedes nova para ele.

O segundo disse :
- Nossa, que beleza! Mas meu filho também é um grande orgulho para mim.
Ele começou trabalhando como entregador de passagens. Estudou e formou-se piloto. Foi trabalhar em uma grande empresa aérea. Resolveu entrar como sócio na empresa e hoje ele é o dono. Ele ficou tão rico, que no aniversário de um amigo, também na semana passada, ele deu-lhe um avião 737 de presente.

O terceiro falou :
- Nossa parabéns ! Mas meu filho também ficou muito rico.
Ele estudou, formou-se em engenharia e abriu uma construtora. Deu tão certo que ele ficou milionário. Ele também deu um super presente para um amigo que fez aniversário por esses dias . Ele construiu uma casa de 500 metros quadrados na praia para ele.

O amigo que havia ido até o banheiro chegou e perguntou :
- Qual é o assunto ?
- Estamos falando do orgulho que temos de nossos filhos.
- E o seu ? O que ele faz ?
- Meu filho é garoto de programa, dorme o dia todo e ganha a vida fazendo a alegria dos boiolas.

E os amigos disseram :
- Nossa que decepção para você !

Que nada, ele é meu orgulho !
É um grande sortudo !

Ele fez aniversário semana passada e ganhou uma casa na praia com 500 metros quadrados, um avião 737 e uma Mercedes zerinho de presente de três boiolas

Se você gostou das piadas acima, visite o site Piadas.com.br (autor das piadas).

segunda-feira, abril 04, 2011

Desmotivação

Ao contrário do que se via até o final da década de 1970, a figura do professor na sala de aula não tem, hoje em dia, o mesmo prestígio de antigamente. "Naquela época, ser professor era como ser médico, juiz ou padre", afirma Roseli Souza, assessora pedagógica da divisão de sistemas de ensino da editora Saraiva, sobre a autoridade máxima de quem ensinava informações tão fundamentais como o alfabeto.

Apesar de todos os aspectos positivos que vieram com o fim da ditadura militar no Brasil, Roseli diz que, nesse processo, os professores estão perdendo gradualmente o poder e a autonomia na sala de aula. "Embora tenha ocorrido uma manifestação da própria classe docente pela democracia, alguma coisa se perdeu no caminho e não conseguimos reaver", lamenta.

A desvalorização da profissão já pode ser vista em números. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na educação básica brasileira (que inclui a educação infantil, a especial, o ensino fundamental, o médio e a educação de jovens e adultos - o EJA), em 2007 havia 2.500.554 profissionais atuando em sala de aula. No ano de 2009, esse valor baixou para 1.977.978.

Para Roseli, a causa é a desmotivação da categoria. "O próprio aluno já não consegue se reconhecer nesse professor quando o vê desestimulado. Outras vezes o estudante se interessa pela carreira, mas os pais desestimulam", afirma. Entre os motivos estão os baixos salários, desinteresse dos alunos e até episódios de violência

7 maneiras diferentes de dizer que quer fazer cocô

Retirado do blog NADAVER

A justificativa do sucesso

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